Manutenção com IA. A IA como engenheiro de confiabilidade; a decisão, com quem assina.
Trinta anos em manutenção e gestão de ativos, CMRP e fundador da Manusis4. Para gerente, supervisor e PCM: skills para a semana real, o segundo cérebro da planta e o diagnóstico do acaso.
O problema nunca foi a IA. Era o contexto que faltava nela.
- 01Pergunta antes de responder
Criticidade, regime de operação, histórico. A IA comum chuta; a skill pergunta.
- 02Trabalha sobre o seu dado
A exportação de OMs de qualquer sistema vira análise com premissas à vista.
- 03Entrega no formato que a gerência lê
Relatório, plano, apresentação. Não um texto genérico para reescrever.
- 04IA recomenda, pessoas decidem
Toda saída marca o que depende do responsável técnico.
A bomba de recirculação concentra a maior parte das corretivas: “vazamento selo”, “troca selo mec.” e “selo vazando” são a mesma falha.
Sugestão: análise de causa com a equipe e revisão do plano preventivo. Decisão sua: janela de domingo.
Exemplo ilustrativo, sem dado de cliente.
Sua manutenção já tem um cérebro: o técnico mais antigo. Falta construir o segundo.
O que é. O segundo cérebro da manutenção é a memória organizada da sua planta: o que a equipe sabe sobre cada ativo, escrito, conectado e pronto para ser consultado, por gente e por IA. Não é mais um sistema. É o que faz o sistema que você já tem, e a IA que você já usa, responderem como alguém que conhece a planta.
- 01Ativos em que dá para confiar
Hierarquia, criticidade e cadastro padronizados. Sem isso, nada se conecta.
- 02Histórico que explica
OM encerrada dizendo o que foi encontrado, a causa e o que foi feito. Não “feito”.
- 03O que nunca foi escrito
Procedimentos, manuais, lições aprendidas e o macete do técnico de bancada, capturados antes da aposentadoria.
- 04Tudo ligado
Cada falha ligada ao ativo, à causa, à ação e ao resultado. É a ligação que vira contexto para a IA.
Nota do Sam (OM de março): “verifique a base antes de culpar o acoplamento”.
Manual, seção 4.3: aperto em cruz, 65 N·m.
Sugestão: alinhamento a laser e checagem da base. Decisão sua.
Exemplo ilustrativo, sem dado de cliente.
Eu ajudo a construir o segundo cérebro da sua manutenção. Com a sua equipe, no sistema que você já usa: diagnóstico do que existe, padrão de registro, captura do conhecimento que está para sair pela porta e a IA conectada para consultar.
Quero construir o meu →Skills para a semana real de quem gere manutenção.
Para gerente, supervisor e PCM. Funcionam na IA que você já usa: Claude, ChatGPT, Copilot ou Gemini.
Plano preventivo por ativo
Falhas recorrentes a partir das OMs
Análise de causa raiz guiada
Saneamento de backlog
Relatório gerencial do mês
Escopo e cronograma da parada
Sobressalentes críticos por ativo
Conversa difícil com o técnico
Onde a sua manutenção ainda depende do acaso?
Doze perguntas nascidas de uma sexta-feira com um reator parado e um rolamento descoberto tarde demais. No fim, você vê onde está o risco e recebe a leitura por e-mail.
- 01Onde está o histórico do ativo crítico?
E quanto tempo leva para reconstruí-lo.
- 02A falha recorrente aparece sozinha?
Ou alguém precisa lembrar dela.
- 03O conhecimento está no sistema?
Ou na cabeça do técnico mais antigo.
Do primeiro prompt ao copiloto da sua planta.
Kit
Skills prontas para a semana de trabalho.
Curso aplicado
Análise de Falhas com IA, do dado à gerência.
Formação
Oito semanas ao vivo, com projeto na sua planta.
O que eu penso sobre IA na manutenção, em 55 slides.
A IA amplifica o dado que você já tem. A palestra que apresentei na conferência da SMRP mostra, com uma bomba do começo ao fim, o que precisa estar pronto antes da IA e como ela entra no planejamento, nas decisões e na análise de falhas.
Implantação, mentoria, palestra ou oficina.
Para implantar um time de agentes na sua área, conte o tamanho do time e a tarefa que mais rouba tempo. A mentoria é por candidatura. Para palestras e oficinas, diga o evento ou a equipe e a data. Eu respondo pessoalmente.


